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domingo, novembro 19, 2017

Adopte uma Aldeia que esteve Cercada pelas Chamas

"População viveu momentos de aflição" na minha Aldeia Cercada pelas Chamas, na noite de 15-16 Outubro, o que deixou de ser notícia nacional.

Em Agosto de 2017, um cerco de fogo abria o telejornal nacional.

Em Outubro foram tantas as povoações em risco que já nem foi noticiado, foi banalizado.
Quantas aldeias foram mesmo cercadas pelas chamas em Portugal em 2017 ?

Adopte uma Aldeia ! Visite, apoie, acompanhe

Fonte: http//www.tvi24.iol.pt/equipatvi24/paulo-salvador/53f6141a3004bbf68d25aa8b/videos/1/video/598e434b0cf21d6c5360a268

sábado, novembro 18, 2017

Viseu - agricultores da região Centro em crise

A seca e os incêndios vistos da minha aldeia



Floresta com bem público justifica pagamento por "serviços ecossistemicos"

UMA Floresta Sustentável, em termos económicos tanto como ambientais, vai exigir novos modelos de negócio.  Sem madeira, sem resina, sem paisagens, sem turismo, com impostos, como manter a floresta em regime de propriedade privada.

Resultado de imagem para peru ecossistemicosEu estive no Peru, os dos países mais vulneráveis ao "cambio climático", em 2015 quando o governo launçou uma inovadora Lei de Mecanismos de Retribuições por Serviços Ecosistémicos, uma lei de 2015 passou sob a liderança do Ministro do Meio Ambiente, Manuel Pulgar-Vidal.
Este regulamento representa uma peça crítica do enigma legal para garantir que Mecanismos de Retribuição por Serviços Ecosistémicos (MRSEs), essencialmente a versão peruana dos "pagamentos por serviços ecossistemicos". 
Por exemplo, no setor de água e saneamento, mais de US $ 30 milhões já foram reservados para mecanismos de MRSE a agricultores a montante para ajudar a garantir o abastecimento de água para as cidades peruanas a jusante, investindo na florestação e conservação das bacias hidrográficas. O novo regulamento fornece a clareza jurídica que permitirá que esses fundos atinjam projetos efetivos no terreno.
http://forest-trends.org/blog/2016/07/27/peru-approves-new-innovative-environmental-policies/
Diretrizes Políticas para a Gestão Participativa dos Serviços Ecossistêmicos Hidrológicos no
Peru: Análise da Experiência piloto “Moyobamba”
http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/286534/1/TipactiMilachay_MiguelAngel_D.pdf



sexta-feira, novembro 17, 2017

Banco Africano de Desenvolvimento quer compacto com Portugal para apoiar mais os países da CPLP

BAD vai olhar para países lusófonos como um bloco promete Presidente
Lusa14 Nov, 2017, 19:13 | Economia
O presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Akinwumi Adesina, disse hoje à Lusa que esta instituição financeira está a preparar um novo olhar sobre os países lusófonos, olhando para os países como um bloco e não individualmente.
"Quero que o BAD olhe para os países lusófonos de uma maneira diferente; estamos a criar um compacto entre o BAD e Portugal para ver como olhar para projetos maiores e usar os nossos instrumentos para tirar risco e dar mais escala aos projetos", disse Adesina em entrevista à Lusa no final de uma visita a Portugal.
"Olhamos para cada país individualmente e de forma diferente, mas um compacto funciona com Portugal e o BAD a juntarem-se e a determinarem os maiores desafios ao desenvolvimento e depois usamos os nossos recursos coletivamente para resolver esses problemas", explicou o antigo ministro da Agricultura da Nigéria.
"Vamos ver como fazer grandes coisas nos países lusófonos juntos", afiançou o banqueiro no final de um conjunto de reuniões em Lisboa com o ministro das Finanças, Mário Centeno, a secretária da Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Teresa Ribeiro, e um grupo das maiores empresas nacionais com investimentos em África.
"Nessa reunião [com as empresas], focámo-nos em como podemos expandir os 2,1 mil milhões de dólares que investimentos nos países lusófonos, como ajudar as empresas nacionais a aceder a financiamento e como podemos ajudá-los a preparar projetos que nos permitam emprestar mais dinheiro", disse Adesina.
Os próximos passos nesta nova estratégia agregadora da lusofonia como ponto de investimento passam pela "elaboração de uma estratégia" que pode ter já continuação "numa reunião de seguimento com os investidores privados à margem do encontro entre a União Africana e a União Europeia, já daqui a umas semanas", disse Adesina.
O banqueiro, que se mostrou "impressionado com o grande conhecimento que as empresas têm de África", anunciou ainda que vai promover uma sessão lusófona no encontro de investidores africanos, o Africa Investment Forum, uma reunião conhecida como "Davos africano", que decorre a 08 e 09 de novembro do próximo ano na África do Sul.

"Tudo está a ser posto em prática para concretizar esta parceria com os países lusófonos", garantiu.

quinta-feira, novembro 16, 2017

quarta-feira, novembro 15, 2017

As Good as it Gets, in EURO bond yields

What is the stable equilibrium bond yield differential between Germany, with persistent chronic CAB surplus, and a country like Portugal just overcoming chronic CAB deficits ?
Will the PT-DE bond differential, currently around 1.5%, go below 1% as it did from 2000 to 2005 or will it test new peaks above 10% as in early 2012, when international investors were putting the entire burden of adjustment of the trade imbalances on the borrowing countries?

Just looking at the historical charts, 1% may be the lower limit for the differnential, and 2.5 % may be the upper limit, in part because of liquidity premia and other scale and structural differences.    But since investment decisions are in the hands of surplus countries by definition, the risk of the differential increasing is greater, as the threat of a flight to "quality" is always present.
Quality really is the eye of the (be)holder, always skewed in  favor of the imprudent lender at the expense of the the imprudent borrower.   Stability is still missing.
















yield 10 years, %pa   diff PT
USA 2,23 0,24
PT 1,99  
CA 1,92 -0,07
ES 1,54 -0,46
DE 0,36 -1,63

Portugal-Germany 10 Year Bond Spread Chart


segunda-feira, novembro 13, 2017

Banco que é BANCO não vende relógios

Uma notícia  num jornal económico on-line detalha, com toda a naturalidade,  os artigos de luxo que pode adquirir no seu banco, desde TVs, computadores, vinhos, relógios, etc, a pagar a suaves prestações de crédito ao consumo, como se vê no anúncio da CGD em anexo.

Isto demonstra bem o desnorte que vai na supervisão e gestão bancária, quando comprar uma televisão ou um colar diamantes num banco parece natural e aceitável.  Entretanto os depósitos são desprezados a taxas de juro perto do zero, e o crédito comercial produtivo é penalizado e sobrecarregado de todas as formas e feitio. 

E o jornalismo económico "cala a desgraça", suspende o "critical thinking".

Encontrar uma montra de relógios e televisões num banco é um BOM sinal de alerta de MÁ gestão bancária.  Havemos de continuar a pagar bem caro estes "erros de intermediação financeira" cujas consequências só transparecem muito mais tarde e por vias indiretas.

Continuava a confiar no seu dentista se ele instalasse uma montra de relógios e  no seu consultório ?

Já dizia o velho ditado da minha aldeia:  A quem for mau dispenseiro não confies o teu dinheiro. 

Mariana Abrantes de Sousa
Economista 

Fonte:  https://eco.pt/2017/11/13/no-balcao-do-banco-ja-nao-ha-so-dinheiro-pode-comprar-televisoes-vinhos-e-ate-alarmes/

No balcão do banco já não há só dinheiro. 
Pode comprar televisões, vinhos e até alarmes
Catarina Melo  Eco online 

Não são apenas produtos financeiros que se podem comprar nos bancos. Desde trens de cozinha, televisões ou computadores até terços de Fátima, há muito por onde escolher ao balcão do seu banco.

Ir ao banco já não é como “no antigamente”. Já não são só depósitos, levantamentos ou créditos, as operações que pode fazer ao balcão dos bancos. Cada vez mais, as instituições financeiras disponibilizam-se a vender produtos não financeiros, funcionando em alguns casos quase como se fossem centros comerciais. Para além das tradicionais barras e moedas de ouro, também é possível adquirir joias, relógios, computadores e televisões até vinhos, trens de cozinha, serviços de jantar, cabazes de Natal ou mesmo alarmes para a casa, através dos bancos...

terça-feira, outubro 17, 2017

Laço verde ao peito por UMA Floresta Portuguesa Sustentável



Na camisa branca do luto nacional, estou a colocar um laço verde, verde esperança, verde de uma Floresta Portuguesa Sustentável, ordenada e já agora rentável.

Sim, UMA, pois provou-se que a Floresta é só UMA, um "bem público" apesar de estar parcelada por minifundios privados. 
E ando a ler o tomo do relatório de Pedrógão.
Temos muito que estudar para compreendermos todas as causas, consequências e para trabalhar as potenciais soluções para esta tragédia nacional repetida. 


Quem têm sido os responsáveis pela pasta da Agricultura e FLORESTAS? 

  Luís Capoulas Santos 1998–2002; 2015
  Carlos Costa Neves 2004–2005
  Jaime Silva                2005–2009
  António Serrano        2009–2011
  Assunção Cristas           2011-2015
  Luis Capoulas Santos    2015 

segunda-feira, outubro 16, 2017

Floresta portuguesa continua a arder, a meados de Outubro 2017

Floresta portuguesa continua a arder, a meados de Outubro 2017
Beijós Beijoz 

Beijós ou Beijoz, a minha aldeia no coração
VERDE do Dão, foi cercada pelo fogo a 15 -Outubro-2017. 

O sino da igreja tocou a rebate às 2h00 da madrugada para alertar toda a gente. 
Todos a salvo, aterrorizados mas bem 
Mas muitos prejuízos materiais, animais, tractores.

QUERO VER as Autoridades Florestais na televisão de hora a hora, a definir, explicar e implementar um Plano de Gestão Florestal Integral, profissional, inteligente e sustentável. Acabaram com os guardas florestais, deixam plantar árvores no limite dos terrenos, onde não deixariam abrir uma janela.

Onde está o Ministro da Agricultura e Florestas ?
Onde está o Ministro do Ambiente ?
Porque não aparecem?
Onde estão os jornalistas a fazer perguntas ?
ISTO TEM QUE MUDAR e MUITO, diz quem está de lenço molhado na cara para poder respirar.

Bombeiros Voluntários de Cabanas de Viriato
16-Outubro-2017 
Vamos começar por MUDAR as CAUSAS, centradas numa "gestão florestal e ambiental" que não merece o nome, não apenas as consequências.

terça-feira, outubro 10, 2017

Intern Impact Investment Mozambique





Investment Associate 

at Impacto Capital in Maputo, Mozambique

About the Job

6 to 12-month internship in Maputo, Mozambique.
  • Support investment pipeline development through: due diligence, financial analysis, financial modelling, valuation, investment structuring, preparation of information memoranda and other investment documentation.
  • Visit target companies, liaise with management teams to gather information, discuss growth plans and key business risks.
  • Support fundraising efforts.
  • Work with other team members, share experiences and knowledge.
  • Participate in the Company's learning programme.

Qualifications

  • Experience in finance advisory or management consulting. Ideally with experience in corporate finance (M&A, project finance, due diligence), finance management or strategic advisory.
  • Above average skills in team working, methodical work, structured analysis, analysing and interpreting data, communicating complex issues orally and in writing.
  • Highly motivated to work in a Company "investing with a cause", supporting SMEs and entrepreneurs and participating in the development of a high growth frontier market.
  • Fluent English speaker. Portuguese language fluency is an important plus.

To apply

Submit CV and motivation letter to info@impacto-capital.com, until 24-Nov-2017

Impacto Capital

IMPACTO CAPITAL is a Mozambique-based impact investment firm supporting entrepreneurs and SMEs with high potential for economic, social and environmental impact.
IMPACTO CAPITAL aims to contribute to an economic model that is more inclusive, balanced and sustainable by applying best practices and extensive experience in business and investment management to impact investing.
IMPACTO CAPITAL currently manages one portfolio company and is actively developing further pipeline and fundraising.
We look to integrate professionals with the right combination of talent, skills and motivation, and that share our vision for a more inclusive, balanced and sustainable economic development model.



Portfolio company support

at Impacto Capital in Maputo Mozambique

About the Job

6 to 12-month internship in Maputo, Mozambique.
Mozambique Good Trade (www.goodtrade.co.mz) is Impacto Capital's first portfolio company. A start-up dedicated to supporting the access of local products to national and international markets.
The intern will integrate Mozambique Good Trade's team by supporting management in task related with:
  • improving management procedures, information and control;
  • improving operational processes in view to reducing risks and improving profitability;
  • support the development of a marketing and communications plan;
  • support definition of an M&E strategy;
  • identify external financing opportunities.

Qualifications

  • Experience in business administration and management. Ideally with management consulting.
  • Above average skills in team working, methodical work, communicating complex issues orally and in writing.
  • Highly motivated to work for a business with a purpose and participating in the development of a high growth frontier market.
  • Fluent English speaker. Portuguese language fluency is an important plus.

To apply

Submit CV and motivation letter to info@impacto-capital.com  by 24-Nov-2017


sábado, setembro 30, 2017